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Migre o Claude para o AWS Bedrock

Os Forward Deployed Engineers da DoiT migram seus workloads da API da Anthropic para o Claude no Bedrock. Mesmos modelos, mesmos prompts. Seu gasto entra na fatura da AWS, sob os seus controles da AWS.

Times que ajudamos a migrar

Finlex
Hippo
Island
Claroty
Salt Security
PropertyGuru
Accrete AI
Akamai
OneFootball

a lacuna que fechamos

Você já roda o Claude. Mas sua fatura não passa pela AWS.

Seu time construiu em cima da API da Anthropic e tudo funciona. Aí chegam os requisitos. A equipe de segurança quer IAM, PrivateLink e CloudTrail. O financeiro quer o gasto com GenAI na fatura da AWS, consumindo os commitments. O Procurement quer um fornecedor a menos.

A migração parece uma simples troca de endpoint. Não é. A autenticação passa de chaves de API para IAM. Os IDs dos modelos mudam. As quotas funcionam de outro jeito. Prompt caching e batch têm sintaxe própria no Bedrock.

Colocamos você lado a lado com engenheiros que já fizeram isso antes. Mapeamos seus workloads, rodamos avaliações comparativas para comprovar a paridade dos outputs e migramos o tráfego em etapas. Sem regressões e sem surpresas na primeira fatura.

Da API da Anthropic ao Bedrock em duas a quatro semanas

Três fases, com escopo definido para os seus workloads. A maioria dos times migra o tráfego de produção em até um mês após o kickoff.

  • Avaliar

    Inventariamos cada workload do Claude. Mapeamos modelos, recursos e tráfego para os equivalentes no Bedrock. Planejamos quotas, regiões e residência de dados, e montamos o modelo de custo antes e depois.

  • Migrar

    Trocamos a autenticação para IAM e migramos para o runtime do Bedrock ou para o cliente Bedrock do SDK da Anthropic. Rodamos avaliações comparativas e migramos em etapas, com rollback pronto.

  • Otimizar

    Ativamos batch inference pela metade do preço on-demand, prompt caching e cross-region inference. Integramos o gasto ao DoiT Cloud Intelligence para que todos os times vejam os custos.

conheça nosso time

Engenheiros que trabalham dentro do seu codebase

Diferente de times de suporte que respondem a tickets ou de consultorias que entregam um relatório e vão embora, os Forward Deployed Engineers trabalham dentro do seu codebase.

Eles conhecem sua arquitetura, seus prompts e suas restrições antes da primeira mudança de tráfego. Já fizeram essa migração antes e documentam tudo para que seu time consiga repetir o processo sem a gente.

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O que você leva no final

Cada projeto tem escopo definido para os seus workloads. Veja o que os times normalmente recebem.

  • Runbook de migração

    Mudanças de endpoint, autenticação, SDK e IDs de modelo documentadas por serviço. Seu time consegue repetir o processo no próximo workload sem a gente.

  • Relatório de paridade de outputs

    Avaliações comparativas dos seus prompts de produção na API da Anthropic e no Bedrock. Você vê as evidências antes de qualquer tráfego ser migrado.

  • Plano de quotas e throughput

    On-demand versus provisionado, perfis de cross-region inference e aumentos de quota solicitados e aprovados antes do dia do cutover.

  • Baseline de segurança

    Políticas de IAM, PrivateLink, criptografia com KMS, logs no CloudTrail e Guardrails configurados conforme os requisitos do seu time de segurança.

  • Modelo de custo e setup de FinOps

    Custos unitários antes e depois, cálculo de consumo de commitments e dashboards no DoiT Cloud Intelligence atribuindo o gasto com Claude a times e funcionalidades.

  • Plano de cutover e rollback

    Migração de tráfego em etapas com um caminho de rollback testado. Se algo parecer errado, você volta para o setup anterior em minutos.

Pronto para migrar o Claude para o Bedrock?

Os mesmos modelos que seu time já usa em produção. Faturamento e segurança onde a sua nuvem está.

para times da AWS

Reps da AWS: mandem seus clientes da API da Anthropic para a gente

Você tem clientes rodando Claude fora da AWS. Esse gasto nunca passa pelo Bedrock e nunca conta para o commitment deles. O cliente quer continuar com o Claude, então ninguém sai do lugar.

Este acelerador é a jogada certa. O cliente mantém exatamente os modelos que roda hoje. O workload passa para o Bedrock, o gasto consome o EDP ou PPA dele, e os engenheiros da DoiT fazem o trabalho de migração. Nada cai no colo do seu SA.

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o retorno

Resultados que você consegue medir

Uma migração só está concluída quando os números confirmam. Seu gasto com Claude entra na fatura da AWS, a paridade é comprovada em avaliações antes do cutover, e seu custo por token fica abaixo do que você pagava antes da mudança.

  • Gasto na sua fatura da AWS

    O uso do Claude consome seu EDP ou PPA e pode usar créditos AWS, em vez de passar por uma fatura separada de outro fornecedor.

  • Cutover com zero regressões

    Avaliações de paridade rodam antes da migração do tráfego. Seus outputs no Bedrock correspondem aos seus outputs de hoje — e você tem o relatório para provar.

  • Segurança nativa da AWS

    IAM, PrivateLink, KMS e CloudTrail se aplicam ao seu tráfego de GenAI da mesma forma que se aplicam a tudo o mais que você roda.

  • Custo unitário menor

    Batch inference pela metade do preço on-demand, prompt caching e tiering de modelos. A maioria dos times paga menos por token depois da migração.

Frequently asked
questions

Os modelos são diferentes no Bedrock?

Não. O Bedrock disponibiliza os mesmos modelos Claude que a Anthropic oferece na própria API. Seus prompts funcionam do jeito que estão.

Vou perder funcionalidades?

A maioria dos recursos da API da Anthropic tem equivalentes diretos no Bedrock, incluindo tool use, streaming, prompt caching, batch e extended thinking. Mapeamos o uso específico de recursos durante a fase de avaliação e sinalizamos qualquer lacuna antes de você se comprometer com a migração.

Quanto tempo leva?

De duas a quatro semanas para a maioria dos times, do kickoff ao tráfego de produção no Bedrock. Ambientes complexos com múltiplos serviços levam mais tempo — e avisamos isso na primeira semana, não na última.

Preciso reescrever minha integração?

As mudanças são pontuais: autenticação, endpoint, IDs de modelo e algumas diferenças no formato das requisições. Se você usa o SDK da Anthropic, o cliente Bedrock dele mantém a maior parte do seu código intacta. O runbook documenta cada mudança que fazemos.

O que acontece com meu contrato atual com a Anthropic?

Planejamos o cutover em torno do seu contrato atual e das datas de commitment, para que você não pague por capacidade em dois lugares ao mesmo tempo.

Quanto custa?

Para clientes DoiT, nada além do seu uso do Bedrock. O acelerador está incluído no relacionamento com a DoiT.

Acelerador Claude no Bedrock

Continue com o Claude. Mude onde ele roda.

Agende uma call de discovery e definimos o escopo da sua migração já na primeira conversa.