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Por que escolhi a DoiT para ser VP de client services

By Jaret ChilesJul 5, 20226 min read

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Como um técnico de provedor de internet de uma cidadezinha do Texas virou líder global de client services da DoiT? Jaret Chiles conta a história dele.

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Às vezes, as melhores coisas acontecem quando a gente menos espera. Eu não estava atrás de uma nova posição quando a DoiT apareceu no meu radar, mas tem oportunidades que são boas demais para deixar passar. Então, como é que um técnico de provedor de internet de uma cidadezinha do Texas foi parar à frente do client services global de uma das empresas que mais crescem no mundo, entregando a verdadeira promessa da nuvem pública? Essa é a minha história:

Onde tudo começou

A tecnologia sempre teve um papel central na minha carreira. Quando criança, montava computadores com meu pai, e comecei a desenvolver sites como bico ainda no ensino fundamental, enquanto trabalhava nas férias de verão como peão de fazenda. Construindo os primeiros sites institucionais para pequenos negócios da região, criei uma paixão por ajudar empresas a extrair valor da era da informação que estava nascendo. Foi essa paixão que me motivou a entrar em um provedor de internet discada nos anos 1990, acompanhando a trajetória dos modems dial-up de baixa largura de banda até as soluções wireless ponto a ponto, ISDN, DSL e os gigantes da internet a cabo da época.

Depois fui cursar ciência da computação na Texas A&M Corpus Christi, onde acabei liderando boa parte do time de engenharia de redes da universidade durante a graduação – e ainda dava tempo de surfar e pescar naquela costa do Texas que eu tanto amava. Foi um momento empolgante na evolução da internet, e tive a sorte de participar do backbone mais amplo da Texas A&M University e das pesquisas pioneiras de exploração de alta largura de banda da Abilene/Internet2 e das redes de teleconferência.

O que venho construindo

Quando chegou a hora de cair no mundo real depois da formatura, eu sabia que queria continuar ajudando empresas a tirar valor da internet, à medida que a banda larga ia chegando aos lares em todo lugar. Entrei na Rackspace, provedora de serviços gerenciados, poucos anos antes de a nuvem começar a virar de cabeça para baixo os modelos tradicionais de hospedagem, e acompanhei de perto a virada para os serviços em nuvem, junto com as preocupações que as empresas tinham sobre segurança na nuvem e os perigos de não saber implantar aplicações cloud-native.

Conforme passei por diversos papéis como contribuidor individual e em posições de liderança em diferentes áreas – do suporte ao cliente à TI interna e à segurança corporativa –, a tendência da nuvem foi me fascinando cada vez mais. Acabei me tornando um dos três Enterprise Cloud Solution Architects (CSAs) originais da Rackspace na área de vendas técnicas, chegando a uma posição em que liderei o time.

Mas, conforme a operação ia crescendo, fui ficando frustrado com a quantidade de clientes que não conseguiam extrair valor real da nuvem por causa de transformações que fracassavam, tanto cultural quanto tecnologicamente. Eu sabia que precisava assumir um papel maior em ajudar os clientes a adotar a nuvem com sucesso. Foi assim que acabei liderando a área de serviços profissionais da Rackspace numa transformação que fez a empresa sair de um time pequeno focado em migrações de data center para se tornar uma organização completa de consultoria em nuvem.

Fiz algo parecido depois na Mission Cloud, provedora de serviços em nuvem, onde entrei em 2020. Lá, o foco era menos em hospedagem legada e mais numa abordagem cloud-native, e ajudei a estruturar uma operação de consultoria escalável em um período de crescimento extraordinário.

Na Mission Cloud, continuei observando uma tendência de clientes desenvolvendo relações mais maduras diretamente com seus provedores de nuvem. Em muitos casos, eles queriam construir capacidades internas mais sólidas, com menos dependência prática dos parceiros, para conseguir se transformar e operar por conta própria. Também percebi uma demanda contínua por otimização de custos em nuvem, além de um leque cada vez maior de serviços e plataformas de otimização de custos com tecnologia inteligente no universo da nuvem.

Onde a DoiT entra nessa história

Ao longo da minha carreira, sempre fui obcecado por impulsionar o tipo de transformação digital que ajuda empresas a alcançar seus objetivos. Isso passou por ajudar alguns gigantes globais de TI a sair de uma posição em que mal davam conta do recado para outra em que conseguiam usar a nuvem para gerar mais receita e desafiar a concorrência. Também ajudei muitas startups a entender como abordar a nuvem desde o primeiro passo, sem cair em erros caros e demorados.

Quando a DoiT me procurou, eu não estava pensando em mudar, mas logo percebi que era uma empresa que compartilhava da minha visão sobre o que a nuvem pode fazer e sobre o que muitos clientes precisavam. Encontrei um modelo de consultoria desenhado de propósito para ajudar os clientes a aprender e desenvolver as próprias capacidades operacionais.

Fiquei realmente impressionado com a força da propriedade intelectual e das tecnologias da DoiT, como Flexsave e Spot Scaling, e com o sucesso da empresa em atrair e reter talentos de classe mundial em um mercado tão disputado.

Depois de conhecer alguns Customer Reliability Engineers (CREs) da DoiT, entendi rapidamente por que as pessoas tinham tanto interesse em entrar na DoiT – e em ficar: a DoiT realiza aquele feito raro de manter uma cultura de entrega comprometida em dar tempo de foco para que as pessoas aprendam e participem de projetos especiais, com um modelo operacional muito menos estressante do que o de uma organização tradicional de suporte ou consultoria. Essa abordagem cria uma capacidade de consultoria alinhada com as necessidades dos clientes de hoje e também gera uma satisfação interna enorme e muito orgulho entre os CREs em relação ao que fazem.

Quanto mais eu descobria sobre a DoiT, mais ficava impressionado com a velocidade com que a empresa cresceu e se tornou lucrativa, criando uma estrutura de serviço e plataforma alinhada com exatidão às tendências que eu vinha observando no mercado, e ainda assim navegando bem pelos desafios de escalar um negócio de serviços em nuvem num mercado de talentos competitivo.

No fim das contas, senti que a minha experiência combinaria bem com a próxima etapa da jornada – garantir a sustentabilidade da expansão contínua da DoiT.

Para onde vamos

Ao começar minha jornada na DoiT, meu foco está em preservar a magia que fez a DoiT chegar tão longe e em ajudar a transformar o crescimento explosivo da empresa em escalabilidade e sustentabilidade duradouras. Isso começa garantindo que nossos CREs tenham as condições de trabalho necessárias para entregar o melhor, e que a gente tenha as especializações certas para avançar em outras nuvens e tecnologias.

Conforme a DoiT busca novas e empolgantes oportunidades de serviços, vou ajudar a conduzir nosso roadmap de serviços, alinhando-o às tendências em evolução do setor, tanto em tecnologia quanto nas estratégias de adoção de nuvem dos clientes. Pessoalmente, mal posso esperar para ter um lugar privilegiado para observar as nuances das tendências internacionais e, ao mesmo tempo, intensificar o foco em modelos de entrega baseados em consumo que façam sentido para os clientes.

E isso é só o começo. Topa entrar nessa jornada comigo? Se você se importa de verdade com a qualidade do seu trabalho e com o impacto que ele pode ter nos clientes, no seu time e no mundo, vai encontrar um ambiente que estimula o seu espírito empreendedor e compartilha sua paixão por resolver o próximo desafio. Confira as vagas abertas na DoiT e descubra sua próxima aventura!