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Reservations subutilizadas são vazamentos silenciosos de custo

By Satyam GuptaJul 6, 20265 min read

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O que são AWS Reservations?

Quando você se compromete a usar recursos da AWS por 1 ou 3 anos em troca de um desconto expressivo (normalmente de 30% a 72% sobre o preço On-Demand), está adquirindo uma AWS Reservation. Diferentemente do modelo On-Demand, em que você paga só pelo que usa, as reservations são um compromisso financeiro. Independentemente de seus workloads utilizarem ou não a capacidade, o custo é cobrado.

A AWS oferece reservations para um amplo conjunto de serviços:

  • Amazon EC2 – Reserved Instances (RIs) para workloads de computação
  • Amazon RDS – Reserved DB Instances para bancos de dados relacionais (MySQL, PostgreSQL, SQL Server, Oracle, MariaDB, Aurora)
  • Amazon ElastiCache – Reserved Cache Nodes para clusters Redis e Memcached
  • Amazon OpenSearch Service – Reserved Instances para domínios de busca e analytics
  • Amazon Redshift – Reserved Nodes para workloads de data warehousing
  • Amazon DynamoDB – Reserved Capacity para unidades de throughput de leitura e escrita
  • AWS Elemental MediaConvert – Reserved Transcode Slots para processamento de mídia

Todos esses serviços seguem o mesmo princípio: você paga adiantado, parcialmente adiantado ou mensalmente pela capacidade reservada, e a AWS aplica a tarifa com desconto quando há uso correspondente. Se o uso não aparece, a reservation fica ociosa — e você paga do mesmo jeito.

O problema: reservations subutilizadas são vazamentos silenciosos de custo

As reservations são compradas em um dado momento com base em como seus workloads se comportam hoje. Só que ambientes de nuvem são dinâmicos. As equipes reduzem serviços, migram workloads, desativam aplicações ou simplesmente mudam a arquitetura. Quando isso acontece, aquela reservation que fazia todo sentido pode se transformar, sem alarde, em um custo encalhado.

Veja por que isso pesa em escala:

Você nem sempre percebe quando acontece. A AWS até fornece métricas de utilização no Cost Explorer, mas elas só mostram o que já aconteceu. Não disparam workflows automatizados de forma proativa nem enviam alertas contextuais para a equipe certa agir.

O impacto financeiro se acumula rápido. Uma única RDS Reserved Instance r5.4xlarge subutilizada, na tarifa No Upfront em us-east-1, pode custar mais de US$ 5.000 por ano. Se estiver com 10% de utilização, você está pagando efetivamente US$ 4.500 por nada. Multiplique isso por dezenas de reservations em várias contas e regiões da AWS, e o desperdício chega tranquilamente à casa dos seis dígitos.

Depois de trabalhar com muitos clientes em diferentes setores, esse é um dos padrões de falha em FinOps mais comuns que já vi: as equipes descobrem reservations subutilizadas semanas ou meses depois, quando o desperdício já se acumulou e a janela para trocar ou modificar a reservation pode ter passado.

Como o DoiT CloudFlow resolve isso

O DoiT CloudFlow é uma plataforma no-code de automação de FinOps e CloudOps, com GenAI, integrada ao console da DoiT. Ele permite criar workflows (chamados de flows) que consultam APIs da AWS, avaliam dados com lógica condicional e executam ações: envio de notificações no Slack, alertas por e-mail, solicitações de aprovação ou disparo de outras automações.

Para monitorar a utilização de reservations, o CloudFlow entrega algo que a AWS nativamente não oferece: uma verificação agendada, automatizada e multi-serviço, com alertas integrados, sem precisar de desenvolvimento sob medida.

O template "Identify Underused AWS Reserved Instances Across Services"

A DoiT oferece um template do CloudFlow pronto para uso, criado justamente para esse caso: Identify underused AWS Reserved Instances across services.

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Esse template entrega um workflow completo e pré-montado, que você personaliza e publica em minutos. Veja como funciona:

Passo 1: gatilho agendado

O flow é disparado em um agendamento personalizado — por exemplo, todo dia às 9h ou toda segunda-feira. Você define a cadência que corresponde à frequência com que sua equipe quer ter visibilidade sobre a saúde das reservations. Sem checagem manual.

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Passo 2: consultar a AWS sobre a utilização das Reserved Instances

O flow chama a API do AWS Cost Explorer — mais especificamente a API GetReservationUtilization — nos serviços da AWS que você quer monitorar. Isso retorna as taxas reais de utilização de EC2, RDS, ElastiCache, Redshift, OpenSearch e demais tipos de reservation em todas as contas e regiões AWS conectadas.

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Passo 3: filtrar as reservations subutilizadas

Um nó de Filtro avalia os dados de utilização e isola as reservations abaixo do limite que você definiu. A boa prática padrão é sinalizar tudo abaixo de 80% de utilização, já que a própria AWS considera esse um piso saudável. Você pode ajustar esse limite conforme os padrões da sua organização.

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Passo 4: saudáveis vs. em risco

  • Se todas as reservations estiverem saudáveis (no limite ou acima dele), o flow pode registrar o resultado silenciosamente.
  • Se houver reservations subutilizadas, o flow segue para o caminho de alerta.

Passo 5: notificar as pessoas certas

O flow envia uma notificação com um resumo das reservations subutilizadas, incluindo tipo de serviço, conta, região, taxa de utilização e o impacto em dólares. Você pode direcionar essa notificação para:

  • Um canal do Slack (por exemplo, #finops-alerts ou um canal específico da equipe)
  • E-mail para a equipe responsável ou para o profissional de FinOps

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Uma vez publicado, o flow roda conforme o agendamento e sua equipe é notificada automaticamente sempre que uma reservation ficar abaixo do limite — sem depender de ninguém para lembrar de conferir.

Além do alerta: fechando o ciclo do desperdício de reservations

As notificações são só o começo. O CloudFlow também deixa você ir além:

  • Workflows de aprovação: antes de qualquer ação de modificação (por exemplo, trocar ou cancelar uma reservation), exija a aprovação de um stakeholder via Slack ou e-mail, garantindo supervisão humana em decisões de alto impacto.
  • Resumos com LLM: use o nó de LLM para gerar um resumo em linguagem natural das reservations subutilizadas, tornando a notificação imediatamente compreensível para stakeholders não técnicos.
  • Acompanhamento histórico: o histórico de execução do CloudFlow registra cada execução, os dados avaliados e as notificações enviadas — apoiando compliance e melhoria contínua.

Resumo

As AWS reservations estão entre as ferramentas de otimização de custos mais poderosas disponíveis — mas só quando estão de fato sendo usadas. A subutilização é um dreno silencioso e surpreendentemente comum, que as ferramentas tradicionais de monitoramento não tratam de forma adequada.

Com o DoiT CloudFlow e o template "Identify underused AWS Reserved Instances across services", você pode:

  • Verificar automaticamente a utilização em EC2, RDS, ElastiCache, Redshift, OpenSearch e outros serviços
  • Definir sua própria política de limite de utilização
  • Receber alertas contextuais na hora certa, via Slack ou e-mail
  • Manter a responsabilização da equipe, com issues rastreadas e workflows de aprovação
  • Fazer tudo isso sem código, em minutos

Pare de descobrir o desperdício de reservations depois que o estrago já aconteceu. Configure seu CloudFlow hoje e faça do monitoramento de reservations uma parte proativa e automatizada da sua prática de FinOps.

Pronto para começar? Acesse o console da DoiT, vá até o CloudFlow e abra o template de monitoramento de Reserved Instance. Se tiver dúvidas, nosso time está à disposição para ajudar.